Ecoas na razão de um momento eterno,
E adormeces os teus próprios sonhos na busca de algo,
Reparas no teu próprio silêncio onde te escondes…
Intensificas o passado perdendo esses rastos de pó que vão ficando…
E tentas levantar-te,
O caminho é longo, mas há sempre a mão que ajuda a erguer-te…
Traças todos os caminhos e estradas de hoje,
Com a ajuda de ti mesmo,
Abstrais-te dos factos
E vences as culpas que não são de ninguém…
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